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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Animais pressentem terremoto. Eles te importam?

Todos os animais são criaturas de Deus. Todos são importantíssimos!


Animais do zoo de Washington pressentiram terremoto minutos antes

DA BBC BRASIL


Os animais do zoológico de Washington pressentiram o terremoto que atingiu a cidade antes mesmo de o tremor que abalou a capital norte-americana ter ocorrido.
A informação foi dada pelo próprio Parque Zoológico Nacional Smithsonian. O zoológico informou que os animais anteciparam o tremor de magnitude 5,8.
O abalo não fez feridos entre os animais ou entre os funcionários da instituição, mas o zoológico teve foi obrigado a impedir a entrada de novos visitantes.
Os funcionários notaram várias mudanças nos comportamentos das espécies do zoológico.
Cerca de cinco segundos antes dos tremores, a gorila Mandara soltou um guincho, recolheu o seu bebê, Kibibi, e foi com ele para o topo de uma árvore.
Antes do terremoto, a orangotango Iris começou a fazer um ruído típico de quando sua espécie está extremamente irritada e continuou com esse som depois do tremor.
O lêmure emitiu um grito de alerta 15 minutos antes do terremoto e novamente após ele ter ocorrido. O bugio adotou o mesmo procedimento minutos antes do tremor.
Ao longo do período de abalo, os grandes répteis do zoológico, que normalmente permanecem inativos por todo o dia, começaram a se contorcer. Murphy, o dragão de komodo do zoológico, buscou refúgio em um abrigo interno.
Funcionários estavam alimentando castores e mergulhões quando o sismo foi sentido. Eles imediatamente pularam no lago próximo do local. Já os castores pararam de comer, ficaram sobre as duas patas traseiras e pulalaram na água. Eles lá permaneceram por uma hora, até que alguns dos castores retornaram à terra para continuar comendo.
O zoológico conta com 64 flamingos. Pouco antes do tremor, os pássaros ficaram agitados e se agruparam. Eles permaneceram juntos pelo tempo que durou o terremoto.
A única espécie que permaneceu indiferente ao sismo foram os pandas gigantes, que se mostraram totalmente alheios ao incidente.


(de http://www1.folha.uol.com.br/bbc/965127-animais-do-zoo-de-washington-pressentiram-terremoto-minutos-antes.shtml)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Essa é a nossa "civilização", em países de primeiro mundo! Centenas de aves são mortas por envenenamento e caça na Espanha

Obra do "Homo sapiens sapiens", não tem?


Crueldade

Centenas de aves são mortas por envenenamento e caça na Espanha

11 de julho de 2011


 

Por Danielle Bohnen (da Redação)
Centenas de aves são capturadas todos os anos na Espanha, com uso de veneno, o “parany” (espécie de armadilha que consiste em colocar varas de madeira entre os galhos das árvores com substência aderente, as aves quando pousam ficam presas e acabam caindo no chão, quando são capturadas) e a caça, entre outras práticas cruéis, segundo mostra um informe apresentado pela SEO/Birdlife em uma conferência europeia sobre a caça de aves em Chipre.
Divulgação
O documento contém informação sobre as práticas de captura em 38 países europeus, atividade que de maneira geral, vem aumentando na última década.
O controle de predadores, a caça como “esporte” e o comércio de aves, são os principais motivos para a captura dos animais, segundo estudo realizado pela Birdlife Internacional, que cifra entre 120.000 e 430.000 indivíduos capturados ou mortos na Espanha.
Uma das práticas que mais preocupam a organização, é o “parany”, uma atividade comum em Catellón, ao norte de Valência, entre Tarragona e Aragón. A prática consiste em capturar aves quando pousam nas árvores, com armadilhas cobertas de cola.
A Birdlife denuncia que o “parany” é considerada uma “técnica de caça massiva e não seletiva”, por várias instituições jurídicas, como o Supremo Tribunal espanhol e o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias.
“Apesar de ser uma prática ilegal na Espanha, a cada ano, centenas de aves protegidas são capturadas e morrem em mais de 1.800 ‘paranys’, que estão distribuídos pela região”, afirma a organização.
De acordo com a diretora da Birdlife, Asunción Ruiz, “esperamos que os governos dediquem os esforços necessários e de forma eficaz para erradicar tais práticas de seus respectivos territórios e que a justiça persiga os infratores. E os cidadãos deveriam aplicar tolerância zero com essas práticas”.